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Petroleiro iraniano com um milhão de barris avaria no Mar Vermelho

Um petroleiro Iraniano avariou e está a cerca de 40 quilómetros de Jiddah, a tripulação já foi resgatada e ainda não há confirmação se houve derrame de petróleo.

Várias agências governamentais estão envolvidas na operação de resgate, incluindo as de protecção ambiental, embora não tenha sido adiantado se já houve derramamento de petróleo.

Um petroleiro iraniano com mais de um milhão de barris de petróleo avariou no Mar Vermelho, perto da costa da Arábia Saudita, informaram esta quinta-feira as autoridades locais, que admitem estar preocupadas com a possibilidade de derrame do combustível.

O incidente aconteceu com o Hapiness I (Felicidade I), tendo as autoridades marítimas da Arábia Saudita recebido um pedido de ajuda devido a “falha do motor e perda de controlo”, avançaram as televisões e a agência de notícias daquele país.

O navio tem uma tripulação de 24 iranianos e dois cidadãos do Bangladesh, adiantou a comunicação social saudita, referindo que o navio se encontra a 70 quilómetros a sul de Jiddah, no Mar Vermelho.

O site MarineTraffi.com, que vigia os petroleiros naquela área, refere, no entanto, que o Hapiness I está a cerca de 40 quilómetros da costa de Jiddah.

Segundo as autoridades sauditas, várias agências governamentais estão envolvidas na operação de resgate, incluindo as de proteção ambiental, embora não tenha sido adiantado se já houve derramamento de petróleo.

A agência de notícias do Estado iraniano referiu, citando a empresa estatal que detém o petroleiro, que o navio será levado para o porto de Jiddah.

Segundo a mesma fonte, o petroleiro ia a caminho do canal do Suez quando avariou, mas só houve vazamento de petróleo na casa das máquinas do navio.

O incidente, que aconteceu na terça-feira, não causou feridos e a tripulação já foi resgatada, avançou o site TankerTrackers.com, que monitoriza as vendas de petróleo no mar, tendo esta fonte acrescentado que não há indícios de derramamento, embora a informação ainda seja pouca.

 

 

Fonte: OBSERVADOR

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