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Area-1 melhora perspectivas económicas, Standard Bank

O economista chefe do Standard Bank, Fáusio Mussá, considera que a decisão final de investimento (Dr) relativa ao projecto de gás natural da Área 1, anunciada em 19 de Junho pela Anadarko, melhorou consideravelmente as perspectivas a médio e longo prazos para a economia moçambicana.

“Assistimos a uma evolução da moeda local com tendência para a valorização, que deverá manter se em 2020. Isto tem também em conta a fraca procura agregada, evidenciada por uma diminuição do crescimento do PIB, que, segundo da dos do Instituto Nacional de Estatística, registou no primeiro trimestre de 2019 uma redução no crescimento homólogo para 2,5%, depois de um crescimento anual revisto em alta de 3,4% em 2018”, disse.

Segundo ele, tendo em conta o comportamento da inflação, após os ciclones, e as perspectivas do mercado cambial, o Standard Bank actualizou em baixa a sua previsão da inflação homóloga em 2019 para 6,2% e 5,8%.

A fonte acrescentou que, consequentemente, o Banco reduziu também as suas previsões da média móvel da taxa de inflação homóloga em 12 meses, para 3,7%, este ano e 6,7% no próximo ano.

“Depois de uma pausa de 6 meses, o Comité de Política Monetária (CPM) do Banco de Moçambique (BdM) retomou, na sua última reunião, que teve lugar em 19 de Junho, os cortes na taxa de juro de referência, decidindo baixá-la em 100 pontos de base (pdb), reduzindo a taxa de juro de política monetária, MIMO, para 13,25%. Prevemos novos cortes na taxa de juro a fim de fazer baixar as taxas de juro reais, que continuam elevadas”, frisou.

De referir que, recentemente, o Standard Bank lançou o seu “ Purchasing Managers" Index“ (PMI"”", onde realça, entre outros aspectos, que as perspectivas das empresas em relação à produção futura continuaram positivas em Junho, registando apenas uma descida residual em relação a Maio, mas mantendo-se abaixo da média para a série.

Na óptica do Standard Bank, cerca de 46%, dos entrevistados tinha uma visão positiva dos próximos 12 meses. “O facto ficou frequentemente a dever se à abertura de novas sucursais, a novos produtos e ao aumento das quotas de mercado. De salientar o facto de nenhum dos inquiridos prever uma redução da produção no próximo ano”, explica o estudo.

Fonte: Jornal Noticias

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