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FÁBRICA DE GNL: Área 1 prioriza cimento nacional

A multinacional Anadarko Petroleum, que lidera o projecto GNL, na área 1 da Bacia do Rovuma, anunciou esta semana, a disponibilidade de pouco mais de 150 milhões de dólares americanos, para aquisição de concretos (cimento, pedra, areia entre outros incritos), a serem usados nas fases iniciais de construção da unidade de liquefacção do gás, em Palma.

“Serão necessários dois milhões de toneladas de concretos durante as fases iniciais de construção”disse o vice-presidente e director-geral da Anadarko Moçambique, Steve Wilson, em Palma, momentos depois de ter participado na cerimónia de lança- mento da primeira pedra de construção da planta, que foi dirigida pelo Presidente da República, Filipe Nyusi.

Wilson assegurou, perante o Chefe do Estado, que todo o cimento a ser usado na construção da fábrica de liquefacção de gás

de Palma, c outros concretos, serão adquiridos em Moçambique, uma janela de oportunidade de negócio que se abre para as empresas nacionais fornecedoras dos produtos ora mencionados.

Antes do início do processo de importação dos equipamentos, nomeadamente turbinas, compressores e permutadores de calor criogénicos, entre outros, serão construídos dois cais, sendo um de desembarque inicial e outro temporário, o que, igualmente, constitui uma outra oportunidade de negócio para as empresas nacionais e registadas no país.

Segundo dados avançados pela Anadarko, a fábrica será constituída por instalações de entrada, dois módulos de condensação, estabilização do condensado, armazenamento e carregamento do GNL e do condensado e utilidades associadas.

Na ocasião, o Chefe do Estado pediu aos moçambicanos, em especial às empresas, para capitalizarem as oportunidades que se abrem, mas sem se emocionarem.

Explicou que o seu Governo, procurou negociar com as concessionárias das áreas adjudicadas, planos de desenvolvimento, para que a exploração de recursos não renováveis de gás natural seja feita de forma transparente, racional e sustentável e, especialmente, de modo que con- tribuam para o desenvolvimento económico e social de Moçambique.

Segundo dados do Governo de Cabo Delgado, avançados em Setembro do ano passado, em Palma, pelo governador Júlio Parruque, durante a realização do “workshop” sobre as oportunidades locais para fornecimento de bens, serviços e criação de postos de trabalho, no projecto de exploração de gás natural liquefeito na Bacia do Rovuma, árca 1, trabalhavam até à altura, na Anadarko, cerca de dois mil moçambicanos, 800 dos quais naturais do distrito de Palma.

Fonte: Jornal Notícias

 

 

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